Convocação para a seleção adulta, integração ao grupo principal, título da Liga Mundial com participação importante em todos os jogos, casamento e lua de mel ao lado....do companheiro de quarto Mario Júnior, no Centro de Desenvolvimento do Voleibol, em Saquarema-RJ.
Realmente rotina e marasmo é algo que o oposto Leandro Vissotto não pode reclamar. O atacante, de 2,12m, vive um de seus melhores momentos tanto na vida pessoal quanto profissional e deixou isso saltar aos olhos na entrevista exclusiva que concedeu ao site VôleiBrasil.
VôleiBrasil.org.br - Antes do voleibol você arriscou jogar outra modalidade?
Leandro Vissoto - Cheguei a jogar futebol e handebol no colégio. Comecei com 12 anos no Flamengo, onde minhas duas irmãs jogavam. O técnico do mirim viu que eu era bem alto e me convidou para treinar com a equipe. Minhas irmãs são mais velhas e ambas trabalham fora do vôlei.
VôleiBrasil.org.br - Como foi a sua trajetória nas categorias de base?
Leandro Vissoto - Joguei alguns Brasileiros de Seleções pelo Rio de Janeiro, ao lado de jogadores como Jardel e Marcelão. Sempre atuei como oposto. Minha primeira convocação foi em 2000, para a seleção infanto. Ali já começam a responsabilidade e o compromisso com o esporte, a seleção, o Brasil...
VôleiBrasil.org.br - Você ganhou espaço na seleção principal depois de ter conquistado títulos mundiais na base. Qual a importância de já ter essa experiência?
Leandro Vissotto - Enorme, porque além de me familiarizar com a camisa da seleção brasileira, quem está nas categorias de base evidentemente fica mais perto de servir ao time adulto. Fui treinado por Marcos Lebarch e Percy Onkey e aprendi muito com eles.
VôleiBrasil.org.br - Como foi a recepção do grupo em relação a você e aos outros jogadores que ganharam a primeira Liga Mundial?
Realmente rotina e marasmo é algo que o oposto Leandro Vissotto não pode reclamar. O atacante, de 2,12m, vive um de seus melhores momentos tanto na vida pessoal quanto profissional e deixou isso saltar aos olhos na entrevista exclusiva que concedeu ao site VôleiBrasil.
VôleiBrasil.org.br - Antes do voleibol você arriscou jogar outra modalidade?
Leandro Vissoto - Cheguei a jogar futebol e handebol no colégio. Comecei com 12 anos no Flamengo, onde minhas duas irmãs jogavam. O técnico do mirim viu que eu era bem alto e me convidou para treinar com a equipe. Minhas irmãs são mais velhas e ambas trabalham fora do vôlei.
VôleiBrasil.org.br - Como foi a sua trajetória nas categorias de base?
Leandro Vissoto - Joguei alguns Brasileiros de Seleções pelo Rio de Janeiro, ao lado de jogadores como Jardel e Marcelão. Sempre atuei como oposto. Minha primeira convocação foi em 2000, para a seleção infanto. Ali já começam a responsabilidade e o compromisso com o esporte, a seleção, o Brasil...
VôleiBrasil.org.br - Você ganhou espaço na seleção principal depois de ter conquistado títulos mundiais na base. Qual a importância de já ter essa experiência?
Leandro Vissotto - Enorme, porque além de me familiarizar com a camisa da seleção brasileira, quem está nas categorias de base evidentemente fica mais perto de servir ao time adulto. Fui treinado por Marcos Lebarch e Percy Onkey e aprendi muito com eles.
VôleiBrasil.org.br - Como foi a recepção do grupo em relação a você e aos outros jogadores que ganharam a primeira Liga Mundial?
Leandro Vissoto - Excelente. É um pessoal muito tranqüilo. Todos me ajudaram, deram força e isso fez com que as coisas dentro da quadra acontecessem da forma como aconteceram. Todos aqui são extremamente profissionais e os mais experientes dão o exemplo se dedicando 100% em cada treinamento.
VôleiBrasil.org.br - Fora o lado mais profissional, te deram algum trote?
Leandro Vissoto - Desta vez não porque já venho sendo convocado para treinar com o time adulto desde que tenho 18 anos. Mas quando era mais novo carreguei muita bolsa de gelo do Giba.
VôleiBrasil.org.br - É notável a intensidade de cobrança do Bernardinho a cada treino. Você sentiu essa diferença em relação aos treinadores com quem trabalhou na Europa?
Leandro Vissoto - Já estou há quatro anos na Itália e, evidentemente, adaptado aos métodos de treino lá. Os do Bernardo sem dúvida são mais intensos e só tenho a agradecer a ele por isso. Meu jogo melhorou muito.
VôleiBrasil.org.br - Nos momentos de folga você gosta de surfar. Em algum momento pensou em levar essa prática mais à sério?
Leandro Vissoto - Não. Surfe é a minha segunda paixão. Antes de ir para a Itália morava no Recreio dos Bandeirantes (zona oeste do Rio de Janeiro) e surfava sempre na Praia da Macumba. Há um ano tive uma lesão no ombro esquerdo e desde então parei, mas pretendo voltar porque é algo que me relaxa.
VôleiBrasil.org.br - Você se casou há pouco tempo e no dia seguinte se apresentou à seleção. Não foi exatamente a lua de mel do seus sonhos, né?
Leandro Vissoto - Passar a lua de mel dividindo quarto com o Mario Júnior definitivamente não fazia parte dos meus sonhos (risos). Mas, brincadeiras à parte, a Nathália, minha mulher, é super tranqüila e entendeu que era o meu momento de estar com a seleção e treinar muito. No fim da temporada vamos para Capri, sul da Itália e aí sim teremos nossa viagem de casamento. Não nos vai faltar tempo para estar juntos.
Entrevista concedia ao site do Vôlei Brasil
Entrevista concedia ao site do Vôlei Brasil

Nenhum comentário:
Postar um comentário